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Covid-19: acadêmicos vacinados em Porto Velho são de internato hospitalar, diz Prefeitura

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01/02/2021 22h05
Por: Admin Fonte: rondoniagora
Covid-19: acadêmicos vacinados em Porto Velho são de internato hospitalar, diz Prefeitura

A Prefeitura de Porto Velho negou a informação de que acadêmicos de Medicina teriam furado a fila de vacinação contra a Covid-19, durante uma força tarefa para finalizar a imunização dos profissionais de saúde da linha de frente que estavam nas relações para serem vacinados no último sábado (30).

 

Questionada pelo RONDONIAGORA, a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) informou que os acadêmicos de medicina imunizados são do internato hospitalar e atuam em diferentes unidades como Cemetron, Hospital João Paulo II, Hospital de Base e Unidades Básicas de Saúde. O jornal apurou que 10 deles foram vacinados.

A Semusa informou ainda, que organizou a força tarefa para 1.300 profissionais na relação dos faltosos, sendo que 796 compareceram para serem imunizados, entre eles os do internato em medicina que foram imunizados ao final da ação.

Até o final de sábado (30), 5.100 profissionais da linha de frente haviam sido imunizados, segundo a secretaria. De acordo com a Semusa, os dados no portal transparência do município e na plataforma do Ministério da Saúde estão sendo alimentados manualmente, com as fichas em papel preenchidas durante o período em que os dois sistemas ainda não estavam liberados para informações automáticas.

Ministério Público

Até o momento, o MP registrou quatro denúncias que narram situações específicas de supostas irregularidades no processo de imunização, principalmente relacionadas à desobediência da ordem de priorização, segundo informou a promotora de Justiça da Saúde, Flávia Barbosa Shimizu Mazzini. “Essas notícias de fato encontram-se em investigação. O objetivo é apurar as denúncias e caso confirmada irregularidade, identificar eventuais responsáveis. As eventuais irregularidades ou ilegalidades, como, por exemplo, a desobediência na ordem de prioridade (“fura fila”), podem gerar consequências administrativas, cíveis e até criminais para os responsáveis, a depender dos fatos e da apuração”, disse a promotora.

O Ministério Público Estadual, através da 12ª Promotoria de Justiça, com atribuição na curadoria da Saúde (áreas cível e criminal), incluída a defesa da probidade na esfera municipal, informou que instaurou procedimentos administrativos para acompanhar e fiscalizar a lista de vacinados em Porto Velho, Candeias do Jamari e Itapuã do Oeste.

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