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Médico atacado com ácido perdeu a visão e segue internado no HB
Brasil
21/03/2019 19h29Atualizado há 1 mês
Por: Admin
Fonte: rodoniaagora
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O médico infectologista Gladson Siqueira, que foi atacado com ácido no rosto na pelo agente penitenciário Oziel Araújo Fernandes, perdeu 100% da visão de um dos olhos, segundo apurou o RONDONIAGORA. O crime aconteceu na manhã do dia 6 de março deste ano, no momento em que a vítima chegava ao seu local de trabalho, o Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Cemetron), em Porto Velho. 

Após o ataque, o médico foi levado para a unidade de saúde e encaminhado para a UTI do Hospital de Base, em estado grave onde permaneceu internado por alguns dias. 

RONDONIAGORA apurou que Gladson Siqueira reagiu bem aos cuidados médicos e foi transferido da UTI para a enfermaria do Hospital de Base. Ao ser avaliado por uma equipe de oftalmologistas, foi constatado que o médico perdeu 100% da visão de um dos olhos e a outra também está comprometida. 

A vítima chegou a ingerir ácido, mas está se recuperando bem ao tratamento feito pela equipe médica. Ele foi avaliado por um cirurgião plástico e está tomando remédio antidepressivo. 

O ataque


O crime aconteceu no estacionamento do Cemetron, onde o agressor já estava sentado em uma motocicleta, quando o médico chegou para iniciar o plantão. O homem se aproximou, começou a conversar com a vítima e, logo em seguida, abriu uma garrafa pet com ácido e jogou no rosto do infectologista. O produto atingiu a boca e o olho da vítima. 

 

Imediatamente o médico reagiu e atirou contra o agente penitenciário acertando o ombro. Mesmo ferido, o agente também revidou os tiros. A lataria do carro do médico e ao menos outros dois que estavam no local ficou com marcas de tiros.

Horas depois, o agente penitenciário decidiu se apresentar na Delegacia de Homicídios escoltado por um forte esquema de segurança feito por agentes penitenciários do Grupo de Ações Penitenciarias Especiais (Gape) e confessou o crime. 

Para a delegada Leisaloma Carvalho, Oziel contou que teria ido ao local para tirar satisfações com o médico após flagrar o médico mandando mensagens no WhatsApp de sua esposa, a assediando. Ele disse ainda que não tinha a intensão de atacar a vítima e que apenas se defendeu dos tiros que o médico efetuou contra ele.

No mesmo dia, a delegada solicitou a justiça à prisão preventiva do acusado, o juiz autorizou e policiais civis cumpriram o mandado de prisão.

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