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15/03/2019 ás 21h12 - atualizada em 15/03/2019 ás 22h12

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Pai, madrasta e mais duas pessoas são coordenadas pela morte do menino Bernardo Boldrini
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Pai, madrasta e mais duas pessoas são coordenadas pela morte do menino Bernardo Boldrini

Um tribunal do júri condenou nesta sexta-feira (15), no Rio Grande do Sul, o pai, a madrasta e mais duas pessoas pela morte do menino Bernardo Boldrini, há cinco anos.





Os quatro réus foram considerados culpados por homicídio e ocultação de cadáver. O médico Leandro Boldrini, pai de Bernardo, foi condenado a 33 anos e 8 meses de prisão. A madrasta Graciele Ugulini foi quem recebeu a maior pena: 34 anos e 7 meses de prisão. A amiga dela, Edelvânia Wirganovicz pegou 23 anos. E Evandro Wirganovicz pegou 23 anos.




Bernardo Boldrini, de 11 anos, foi morto em abril de 2014. O Ministério Público defendeu a tese de que Gracieli e Edelvânia deram uma superdose de sedativo para o garoto, que Evandro cavou o buraco, e que Leandro foi o mentor intelectual do assassinato.




Na fase de interrogatórios, Leandro Boldrini negou envolvimento no assassinato do filho.




“Eu tenho certeza disso, senhores jurados, que vocês vão ver quem é que assassinou, quem é que planejou a morte do meu filho. E eu digo para vocês quem foi, foi a Gracieli e foi a Edelvânia”, afirmou Leandro Boldrini, nesta quinta-feira (14).




Gracieli Ugulini, a madrasta de Bernardo, admitiu culpa na morte do menino.




“Foi um estúpido de um acidente, que tudo foi uma sucessão de erros. Eu admito: eu errei do começo ao fim”, disse Gracieli Ugulini, madrasta de Bernardo.




Durante o interrogatório, Gracieli inocentou Evandro Wirganovicz e disse que a amiga dela, Edelvânia, só ajudou a esconder o corpo do menino. E que o pai de Bernardo, o médico Leandro Boldrini, não tinha participação no crime.




“Foi tudo culpa minha”, disse Gracieli.




Edelvânia admitiu ter feito a cova para enterrar o corpo e disse que foi a mando de Gracieli. Durante o depoimento, desmaiou. Logo depois, o irmão dela, Evandro Wirganovicz, foi interrogado e também negou participação no crime.



Todos os quatro réus já cumpriam pena em regime fechado. E, com a condenação, voltam para os presídios onde já estavam há quase cinco anos. A defesa já avisou que vai recorrer da sentença.





Após a condenação dos quatro acusados, os moradores de Três Passos se concentraram em frente ao Fórum. Eles pretendem fazer uma caminhada até a casa onde Bernardo Boldrini morava, uma forma de homenagear o garoto, uma despedida do menino.





FONTE: Jornal Nacional

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