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09/02/2019 ás 08h51 - atualizada em 09/02/2019 ás 09h51

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Após dizer que Bolsonaro estava “para morrer”, deputado do PSOL deseja melhoras
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Após dizer que Bolsonaro estava “para morrer”, deputado do PSOL deseja melhoras

Durante uma entrevista à TV Câmara, o deputado federal Edmilson Rodrigues (PSOL-PA) declarou que o presidente Jair Bolsonaro “está para morrer” e sua equipe tem o obrigado a trabalhar.


“Eu acho que o governo deveria definir sua estratégia, mas não se entende. O presidente está para morrer, mas sua assessoria mais direta praticamente o obrigou a reassumir o cargo porque ele não tem confiança no vice”, disse o parlamentar.




 

 




Após a fala polêmica, bastante criticada nas redes sociais, o deputado foi entrevistado pelo site O Antagonista e tentou se explicar.


“Foi no contexto de que muitas pessoas mais diretas, inclusive ministros, aproveitando as divergências do vice-presidente, que, de algum modo incomodou esse núcleo aí do governo, acabaram fazendo com que o presidente assumisse [o cargo do hospital], ainda estando em convalescença, prejudicando, colocando em risco a própria vida do presidente. O contexto que eu falei, dentro de uma entrevista de quase 20 minutos, foi exatamente esse.”


O PSOL é um dos maiores inimigos de Bolsonaro, inclusive o autor do ataque contra o presidente foi filiado ao partido por alguns anos. Mas apesar das divergências políticas, Rodrigues desejou “vida longa” ao presidente.


uestionado sobre alguma informação de bastidores que o levasse a afirmar que o líder do executivo estaria “para morrer”, ele negou qualquer informação extra, declarando apenas estar indignado com a forma que Bolsonaro, ainda internado em uma unidade semi-intensiva, estaria sendo obrigado a trabalhar.


” O que eu disse na entrevista [à TV Câmara] foi apenas para mostrar o risco e a irresponsabilidade de obrigar o presidente a reassumir [o cargo do hospital]. Isso é uma irresponsabilidade, porque você coloca em risco a vida do presidente. E pessoas que deveriam protegê-lo. Porque três, quatro dias, digamos, de restabelecimento [da saúde] não implicariam em uma crise. O vice-presidente não daria nenhum golpe”.

FONTE: gospelprime

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