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Homem que fez 167 cirurgias para mudar de sexo vive em arrependimento
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Admin Rondônnia - RO
Postada em 05/02/2018 ás 21h28 - atualizada em 05/02/2018 ás 23h28
Homem que fez 167 cirurgias para mudar de sexo vive em arrependimento

história de Blair Logsdon está no Livro Guinness dos Recordes. Ele passou por 167 cirurgias de mudança de sexo entre 1987 e 2005 como parte de sua busca em acomodar seu corpo com o gênero declarado.


Porém, seu testemunho serve de alerta para qualquer pessoa que esteja pensando em usar  hormônios e realizar a cirurgia de mudança de sexo para se sentir melhor consigo mesmo.


Nascido homem, aos 26 anos, ele decidiu fazer a primeira de muitas cirurgias plásticas para mudar sua aparência, assumindo-se um transgênero feminino. Mesmo assim não estava satisfeito e disse ter se arrependido profundamente da decisão.


Ao longo dos cinco anos seguintes, disse ter sofrido como mulher, antes fazer novas cirurgias de mudança genital, restabelecendo o seu eu masculino.


Diagnosticado com “disforia de gênero”, anos depois Logsdon passou por mais cirurgias e voltou a se identificar como mulher. Esse ciclo o aprisionou, enquanto ele continuava buscando paz interior.


Até 2005, ele passou por sete cirurgiões plásticos, num total de 167 cirurgias a um custo de mais de 220 mil dólares. Ao se olhar no espelho o que via, segundo suas próprias palavras, era alguém “desfigurado”.


Logsdon explica que só encontrou seu “verdadeiro eu” ao decidir seguir a Jesus Cristo. Seu testemunho de vida está no livro autobiográfico “All God’s Children: the way back from Oz” [Todos os Filhos de Deus: Voltando da terra da fantasia].


Segundo Walt Heyer, que trabalha dando suporte espiritual a pessoas trans, “Nós, enquanto sociedade, falhamos com pessoas transgênero ao ocultar a verdade deles na crença de que dizer a verdade é de alguma forma ofensivo e odioso. Não – seguir evidências não é discurso de ódio, mas a base da pesquisa científica”.


Ele usa o caso de Logsdon como exemplo: “Não há nenhuma evidência objetiva que mostre que pessoas transgênero existem além das sensações da pessoa e a sua imaginação disfórica de gênero. Sentimentos fortes e persistentes de ser do sexo oposto não são baseados na biologia (“ter nascido assim”), mas são originados de fatores emocionais, psicológicos ou sexuais”. Com informações de Gazeta do Povo  e Charisma

FONTE: Jarbas Aragão
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