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SAÚDE
Levantamento mostra alto índice de focos de Aedes aegypti em Cacoal
Possível epidemia pode ocorrer, caso criadouros não sejam eliminados. Índice do LIRAa é de 5,3%; lixo doméstico tem 62% de concentração de focos.
Admin Rondônnia - RO
Postada em 01/02/2017 ás 07h43 - atualizada em 01/02/2017 ás 09h43
Levantamento mostra alto índice de focos de Aedes aegypti em Cacoal

O resultado do primeiro Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) realizado em 2017, em Cacoal (RO), a 480 quilômetros de Porto Velho, revela que o município está com 5,3% de infestação do mosquito, segundo o Setor de Endemias. Conforme o órgão, o índice é considerado alto e acendeu o alerta para uma possível epidemia, caso os criadouros não sejam combatidos com urgência.



Entre os 1.720 imóveis visitados, a maior concentração do inseto foi encontrada no lixo doméstico, com 62% dos focos.



De acordo com o chefe do Setor de Endemias do município, Pedro Souza, 1.720 imóveis do perímetro urbano de Cacoal foram visitados no primeiro mês do ano à procura de possíveis focos de Aedes aegypti. O resultou do levantamento final apontou 5,3% de infestação do mosquito, percentual que representa um alto índice de proliferação do vetor.



Chefe do Setor de Endemias aconselha população a cuidar dos quintais (Foto: Rede Amazônica/Reprodução)



Pedro alerta que caso os focos não sejam eliminados com urgência, uma epidemia de doenças transmitidas pelo mosquito pode acontecer no munícipio. "Os índices de proliferação estão muito altos e caso não sejam controlados com urgência, teremos nos próximos dias teremos uma epidemia de dengue, chikungunya, zika vírus e outras doenças transmitidas pelo mosquito. Por isso, precisamos agir o mais rápido possível para acabar com esses criadouros", aponta.



Pedro Souza aconselha população sobre os cuidados para eliminar criadouros (Foto: Rogério Aderbal/G1)Pedro Souza aconselha população sobre os

cuidados para eliminar criadouros (Foto: Rogério

Aderbal/G1)



Conforme o chefe do Setor de Endemias, a situação é ainda mais preocupante em sete bairros do município. Entre eles, o Centro da cidade, que em levantamentos anteriores nunca apresentou um índice tão alto de infestação do mosquito. O resultado surpreendeu o setor de saúde.



"Os Bairros Liberdade, Industrial, Novo Horizonte, Arco Iris, Nova Esperança, Novo Cacoal e Centro são os que mais nos preocupam, pois foi onde foram encontrados a maior parte dos focos, sendo que desta vez até o Centro entrou no levantamento de bairros com alta concentração de criadores", revela.



Em todos os bairros, segundo Pedro Souza, a maior concentração do mosquisto foi encontrada no lixo doméstico, com 62% dos focos. Para o chefe do setor, esses criadouros podem ser facilmente eliminados pela população, por meio da limpeza dos quintais ou dos fundos dos comércios na região central.


FONTE: G1 Ro
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